A matrícula começa pela escolha do plano e termina com o contrato ocupando sala, dia e horário. Tudo depois disso acontece na ficha do aluno.
Matrícula, contrato, financeiro, grupos e histórico costumam morar em lugares diferentes. Quando moram, ninguém tem a visão inteira.
O plano é o que a escola vende. Ele define o formato da aula e, por consequência, o contrato, o horário e a mensalidade.
Quase tudo que a secretaria faz no dia a dia acontece aqui, sem navegar entre módulos.
E ver toda a situação financeira daquele aluno, parcela por parcela.
Os três saem da mesma tela, formatados, sem montar nada na mão.
Sem refazer a matrícula. É a ação mais usada no fim de cada ciclo.
O aluno de violão que quer teoria continua sendo o mesmo aluno, com dois contratos.
O contrato trancado continua visível na grade, com a situação clara para quem atende.
E ver de quais turmas aquele aluno participa.
Para conferir o que o aluno está vendo, quando ele liga com dúvida.
Dados do aluno e do responsável, com selo de menor de idade nas listagens.
Disponível pela ficha, no sistema web.
Em escola de música o ciclo costuma ser semestral ou anual. O vencimento chega quando a secretaria está ocupada com outra coisa, e a renovação simplesmente não acontece.
Quem cancelou vai para uma lista própria, com contatos preservados e e-mails exportáveis. É a lista mais barata de trabalhar quando a escola precisa preencher turma ou lançar uma promoção de retorno — essas pessoas já conhecem a escola e já confiaram nela uma vez.
O contrato que você acabou de gerar ocupa um horário, gera as aulas que o professor vai registrar e cria as mensalidades que a escola vai cobrar. Nada disso é digitado de novo.
No teste dá para escolher um plano, gerar o contrato e acompanhar o horário aparecendo na grade.